GradO - o2o Prótese fixa metal-free em dentes posteriores. Relato de caso clínico

Autores

  • Paloma Pereira da Silva
  • Henrico Badaoui Strazzi Sahyon
  • Camila Berbel Seloto
  • Paulo Henrique dos Santos
  • Amália Moreno
  • Daniela Micheline dos Santos

Resumo

As restaurações protéticas metal-free têm sido amplamente utilizadas na odontolgia, apresentnado algumas vantagens tais como função, estética, fonética e perfeito equilíbrio fisiológico da oclusão, além de permitir a devolução da auto-estima ao paciente. O objetivo deste trabalho foi avaliar o sucesso da reablitação oral com próteses fixas metal-free. Paciente M. E. S, 45 anos, gênero feminino, procurou a Clínica de Prótese da Faculdade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – UNESP – Araçatuba- SP com objetivo de restaurar os elementos dentários afetados pela doença cárie. Ao exame clínico e radiográfico, constatou-se a necessidade de tratamento endodôntico dos dentes 45 e 46. Após o tratamento endodôntico, procedeu-se a confecção e a cimentação dos pinos metálicos-fundido nos respectivos dentes. Em seguida, foi realizada a moldagem para permitir a confeção dos coopings de zircônia, sendo os mesmos resgatados em uma nova moldagem, utilizando a técnica do duplo fio com silicona de adição, para a confeccão das coroas metal-free. Na fase laboratorial, as próteses metal-free foram confeccionadas seguindo a tonalidade cromática dos dentes naturais adjacentes da paciente. Na fase final as próteses metal-free foram cimentadas utilizando cimento resinoso auto-adesivo. A reabilitação protética concluiu-se por meio de uma abordagem multidisciplinar a fim de obter longevidade e sucesso clínico da reabilitação com próteses metal-free.

Descritores: Prótese Dentária; Cerâmica; Reabilitação Bucal.

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Publicado

2016-08-04

Como Citar

Silva, P. P. da, Sahyon, H. B. S., Seloto, C. B., Santos, P. H. dos, Moreno, A., & Santos, D. M. dos. (2016). GradO - o2o Prótese fixa metal-free em dentes posteriores. Relato de caso clínico. ARCHIVES OF HEALTH INVESTIGATION, 5. Recuperado de https://archhealthinvestigation.com.br/ArcHI/article/view/1421