Experiências vivenciadas em laboratório de análises clínicas de um hospital universitário

Francisco Patricio de Andrade Júnior, Egberto Santos Carmo

Resumo


Introdução: As análises clínicas estão dentro das competências que podem ser desenvolvidas pelo profissional farmacêutico, em que este, por sua vez, necessita de conhecimentos teórico-práticos em diversas disciplinas, fazendo com que seja imprescindível o desenvolvimento de estágios para se poder atuar nesta área. Objetivo: Levando em consideração a importância que o estágio em análises clínicas e suas práticas apresentam para o futuro profissional farmacêutico, o presente trabalho teve por objetivo descrever as atividades realizadas durante o estágio obrigatório em análises clínicas. Materiais e métodos: Tratou-se de um estudo descritivo, do tipo relato de experiência, realizado entre junho a agosto de 2018, no Laboratório de Análises Clínicas do Hospital Universitário Alcides Carneiro. Resultados: No setor de urinálise, o estagiário deveria desenvolver junto ao farmacêutico a análise física, química e microscópica da urina, enquanto que no setor de bioquímica todas as análises eram semiautomatizadas, em que havia a análise de sangue, soro, plasma, líquor e urina. Em microbiologia o estagiário observava a coleta de diferentes materiais biológicos, semeava as amostras, fazia inóculos e utilizava-se de máquinas que permitiam a incubação, identificação e o perfil de sensibilidade dos microrganismos isolados. No setor de hematologia houve o desenvolvimento de atividades voltadas para microscopia, coloração de lâminas e análises semiautomatizadas. Na coleta, por sua vez, foram realizadas coletas de sangue venoso, tempo de coagulação e sangria. Conclusão: O estágio em análises clínicas se mostrou de grande importância ao graduando em farmácia, uma vez que, possibilitou por em prática os conhecimentos teóricos anteriormente adquiridos.

Descritores: Técnicas de Laboratório Clínico; Laboratórios Hospitalares; Apoio ao desenvolvimento de Recursos Humanos.

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DOI: http://dx.doi.org/10.21270/archi.v8i10.3815

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