Impacto da perda de dimensão vertical na disfunção temporomandibular: uma revisão sistemática

  • Lima CM, Martins JD, Faria JCB, Melo LA, Almeira EO, Leite AE, Leite FPP

Resumo

Objetivou-se por meio de uma revisão sistemática da literatura de todos os tipos de estudos, avaliar se a perda de dimensão vertical impacta no aparecimento das disfunções temporomandibulares. As estratégias de busca foram realizadas nas bases de dados “Cochrane Library”, “MEDLINE”, “Web of Science”, “Scopus”, “LILACS”, “Scielo” e “Google Acadêmico”, utilizando os seguintes descritores e/ou palavras: “Temporomandibular Joint Disorders" "Craniomandibular Disorders” “Occlusion Vertical Dimension” “Occlusion Vertical Dimensions” “Vertical Dimension of Occlusion” “Vertical Dimension”. Um total de 4 artigos foram incluídos nesta revisão. A maioria dos estudos demostram que na presença de uma DVO diminuída, o sistema estomatognático é capaz de adaptar-se, não provocando o aparecimento de DTM. Como conclusão, os resultados indicam que não há evidência científica suficiente que permita afirmar que a perda de dimensão vertical predispõe ao aparecimento de sinais e sintomas relacionados à disfunção temporomandibular.

Descritores: Transtornos da Articulação Temporomandibular; Dimensão Vertical; Articulação Temporomandibular.

Referências

  1. Souza SE. Prevalência de desordens temporomandibulares em indivíduos desdentados reabilitados com próteses totais convencionais. Rev Odontol UNESP. 2014; 43(2):105-10.
  2. Trentin LM et al. Determinação da dimensão vertical de oclusão em prótese total: revisão de literatura e relato de caso clínico. J Oral Invest. 2016; 5(1):50-60.
  3. Malheiros AS et al. Association between tooth loss and degree of temporomandibular disorders: a comparative study. J Contemp Dent Pract. 2016; 17(3):235-39.

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Publicado
2018-10-11
Como Citar
Melo LA, Almeira EO, Leite AE, Leite FPP, L. C. M. J. F. J. (2018). Impacto da perda de dimensão vertical na disfunção temporomandibular: uma revisão sistemática. ARCHIVES OF HEALTH INVESTIGATION, 7. Recuperado de https://archhealthinvestigation.com.br/ArcHI/article/view/3328