Reabilitação oral minimamente invasiva: um caso clínico de lentes de contato dentária desde o seu planejamento à cimentação das peças

  • Braga LC, Faria JB, Leite FPP, Lima CM, Martins JD, Medeiros MBC, Melo LA

Resumo

Um tratamento reabilitador estético pretende reestabelecer a função e a harmonia de um sorriso, para isso na maioria das vezes é indispensável um tratamento integrado multidisciplinar, exigindo cada vez mais resultados da odontologia restauradora contemporânea que venha a satisfazer o paciente. Entretanto, para um sucesso duradouro da reabilitação, a indicação e um planejamento minucioso possibilita a preservação da estrutura dentaria através de um desgaste mínimo no esmalte dentário, assegurando assim o sucesso do tratamento reabilitador estético. O objetivo deste trabalho é relatar e apresentar as etapas de diagnostico, planejamento e resolução estética de um paciente que não se sentia satisfeito com seu sorriso. Como resultado, verificou-se que é possível obter uma satisfação estética com laminados cerâmicos extremamente finos e com mínimos desgastes na estrutura dentária remanescente. Conclui-se que a reabilitação oral minimamente invasiva é capaz de gerar autoestima, impactando positivamente na qualidade de vida.

Descritores: Lentes de Contato; Estética; Reabilitação.

Referências

  1. Arcari AS, Chain MC. O estado da arte dos fragmentos e lâminas cerâmicas ultrafinos na odontologia restauradora [monografia]. Florianópolis: Curso de Graduação em Odontologia da UFSC; 2014.
  2. Okida RC, Vieira WSC, Rahal V, Okida DSS. Lentes de contato: Restaurações minimamente invasivas na soluçãode problemas estéticos. Revista Odontol Araçatuba. 2016; 37(1):53-59.
  3. Radz GM. Minimum thickness anterior porcelain restorations. Dent Clin North Am. 2011; 55(2):353-70.

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Publicado
2018-10-11
Como Citar
Lima CM, Martins JD, Medeiros MBC, Melo LA, B. L. F. J. L. F. (2018). Reabilitação oral minimamente invasiva: um caso clínico de lentes de contato dentária desde o seu planejamento à cimentação das peças. ARCHIVES OF HEALTH INVESTIGATION, 7. Recuperado de https://archhealthinvestigation.com.br/ArcHI/article/view/3363