Enxerto ósseo autógeno de crista ilíaca para tratamento de defeito mandibular

  • Maylson Alves Nogueira Barros Residência em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial pela Associação Beneficente do Hospital Santa Casa de Campo Grande, 79002-251 Campo Grande – MS. Brasil
  • Vitor Bruno Teslenco Residência em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial pela Associação Beneficente do Hospital Santa Casa de Campo Grande, 79002-251 Campo Grande – MS. Brasil
  • Guilherme Nucci Reis Preceptor do Programa de Residência em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial pela Associação Beneficente do Hospital Santa Casa de Campo Grande, 79002-251 Campo Grande – MS. Brasil
  • Everton Floriano Pancini Chefe do serviço e preceptor do programa de residência Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial pela Associação Beneficente do Hospital Santa Casa de Campo Grande, 79002-251 Campo Grande – MS. Brasil
  • Herbert de Abreu Cavalcanti Coordenador do Programa de Residência em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial pela Associação Beneficente do Hospital Santa Casa de Campo Grande, 79002-251 Campo Grande – MS. Brasil
Palavras-chave: Transplante Ósseo, Transplante Autólogo, Mandíbula

Resumo

Introdução: Os enxertos ósseos para estes defeitos maxilofaciais já são utilizados a muitos anos, diversos técnicas ou materiais tem sidos proposto como enxertos autógenos vascularizados ou não, aloenxertos, xenogenos, aloplasticos e fatores de crescimento. A técnica de enxerto óssea consiste no transplante de um substituto ósseo para tratamento do defeito. Os enxertos ósseos autógenos ou autologos são adquiridos do próprio individuo, conta com algumas características como fornecer células vivas imunocompatíveis com o recepetor Objetivo: Apresentar o tratamento de um defeito mandibular através do uso de enxerto autógeno associado a membras de plasma rico em fibrina. Relato de caso: Uma paciente com defeito mandibular devido quadro de osteomielite após trauma, foi submetida tratamento cirúrgico com reconstrução óssea através de enxerto ósseo autógeno da crista ilíaca. Conclusão: O enxerto ósseo de crista ilíaca, apesar de necessidade de leito doador, apresenta vantagem de ter disponível grande quantidade de tecido ósseo, até atual momento não foi documentado nenhuma complicação pós-cirúrgica.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

James R. Hupp, Ellis E lll, Tucker MR. Cirurgia oral e maxilofacial contemporânea. Elsevier; Rio de janeiro; 2009.

Mazzoneto R, Duque Netto H, Nascimento FF. Enxertos ósseos em implantodontia. Napoleão. São Paulo; 2012.

Moreira R. Tratado de cirurgia bucomaxilofacial. Napoleão: São Paulo; 2017.

Carlisle P, Guda T, Silliman DT, Burdette AJ, Talley AD, Alvarez R et al. Localized low-dose rhBMP-2 is effective at promoting bone regeneration in mandibular segmental defects. J Biomed Mater Res B Appl Biomater. 2019; 107(5):1491-503.

Miron RJ, Zucchelli G, Pikos MA, Salama M, Lee S, Guillemette V et al. Use of platelet-rich fibrin in regenerative dentistry: a systematic review. Clin Oral Investig. 2017;21(6):1913-27.

Tian T, Zhang T, Ma Q, Zhang Q, Cai X. Reconstruction of Mandible: A Fully Digital Workflow From Visualized Iliac Bone Grafting to Implant Restoration. J Oral Maxillofac Surg. 2017;75(7):1403.e1-1403.e10.

Gallo R, Bantim YCV, Belloti ON, Fernandes BDR, Ferreira Gomes PH, Mandarino SCA et al. Reconstrução do segmento ósseo mandibular utilizando enxerto autógeno proveniente da crista ilíaca. Arch Health Invest 2018;7 (Spec Iss 3):370.

Moura LB, Carvalho PHA, Xavier CB, Post LK, Torriani MA, Santagata M et al. Autogenous non-vascularized bone graft in segmental mandibular reconstruction: a systematic review. Int J Oral Maxillofac Surg. 2016;45(11): 1388-94.

Rana M, Warraich R, Kokemüller H, Lemound J, Essig H, Tavassol F, Eckardt A, Gellrich NC. Reconstruction of mandibular defects - clinical retrospective research over a 10-year period. Head Neck Oncol. 2011;3:23.

de Queiroz Fernandes J, de Lima VN, Bonardi JP, Filho OM, Queiroz SBF. Bone regeneration with recombinant human bone morphogenetic protein 2: a systematic review. J Maxillofac Oral Surg. 2018;17(1):13-8.

Hayden RE, Mullin DP, Patel AK. Reconstruction of the segmental mandibular defect: current state of the art. Curr Opin Otolaryngol Head Neck Surg. 2012;20(4):231-6.

Publicado
2021-04-07
Como Citar
Barros, M. A. N., Teslenco, V. B. ., Reis, G. N., Pancini, E. F., & Cavalcanti, H. de A. (2021). Enxerto ósseo autógeno de crista ilíaca para tratamento de defeito mandibular. ARCHIVES OF HEALTH INVESTIGATION, 10(4), 615-618. https://doi.org/10.21270/archi.v10i4.4916
Seção
Original Articles